Flexibilizando a defesa da vida: o (não)enfrentamento da pandemia pela prefeitura de Feira

Primeiro as autoescolas, depois cursos profissionalizantes e de idiomas, agora restaurantes, lanchonetes, e bares que servem refeições. Logo mais serão as escolas. Aos poucos o prefeito Colbert vai consumando o fim do isolamento social em Feira de Santana, boicotando aquela que é a única forma efetiva de manter a população segura diante de uma doença para a qual ainda não existem remédios ou vacinas.

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Existe remédio para o transporte coletivo feirense?

O preço pago todo dia por milhares de feirenses é um roubo, considerando-se qualquer critério de qualidade do serviço. A partir de estudos produzidos na UEFS, há anos estão “sobre a mesa” propostas alternativas para recalcular (e baratear) aquela que é uma das tarifas mais caras do Brasil. Porém, mais que preço alto, o transporte coletivo no município significa transtorno diário pela demora, superlotação e precariedade dos ônibus.

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