Reivindicação por políticas de combate à Pandemia marcam o 1º de maio em Feira de Santana

Neste 1º de maio (sábado), Dia Internacional de Luta das Trabalhadoras e Trabalhadores, partidos de esquerda como o PSOL, PT, PCB e PCdoB, sindicatos de diversas categorias, como ADUFS, APLB e o sindicato dos Comerciários, além das centrais sindicais CUT, CTB e CSP Conlutas e outros segmentos organizados de Feira de Santana, como feirantes e camelôs, realizaram uma carreata reivindicando pautas trabalhistas e o impeachment de Bolsonaro, principalmente pelas suas ações durante a Pandemia.

Dentre as pautas apresentadas estavam o aumento do valor do auxílio emergencial e a ampliação da quantidade de beneficiados, além da vacinação de toda a população brasileira contra a Covid-19. O trajeto da carreata incluiu diversas feiras livres, onde os manifestantes aproveitaram para denunciar a política de expulsão do comércio popular de rua do centro de Feira de Santana, que vem sendo praticada pela Prefeitura através das obras do projeto “Novo Centro”. Para Kyrlian Lima, militante do PSOL, “requalificar o centro da cidade não precisa ser sinônimo da expulsão das trabalhadoras e trabalhadores, e a Prefeitura poderia garantir a manutenção das barracas de forma organizada, com recadastramento das pessoas e padronização”.

As críticas ao governo municipal não pararam por aí, e os cortes de salário das professoras e professores, assim como a não convocação das pessoas aprovadas no concurso da Educação de 2018 também foram alvo de denúncia. A carreta, que teve sua concentração em frente ao “Shopping Popular”, terminou por volta do meio-dia, na feira do Tomba.

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