Comissão de Reparação e Direitos Humanos da Câmara fará audiência pública sobre a feira da Marechal

Um projeto alternativo, que prevê a organização e padronização das barracas, aliando a permanência da feira-livre à requalificação da área, foi elaborado a partir das demandas das trabalhadoras e trabalhadores do local e apresentado à Prefeitura na forma de indicação pelo nosso mandato no mês de março. Tal proposta, no entanto, ainda não foi apreciada pelo poder público Municipal.

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Jhonatas se reúne com feirantes e com a Secretaria de Agricultura para discutir a permanência da feira livre da rua Marechal Deodoro

A comissão conseguiu o compromisso da Secretaria com a realização do recadastramento e também com a melhoria das condições sanitárias. Os pontos associados à padronização, no entanto, dependem do avanço da avaliação do governo sobre a permanência definitiva da feira na rua Marechal, segundo informou o Secretário.

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Após mobilização, Prefeitura suspende temporariamente remoção da feirantes da rua Marechal Deodoro

Feirantes da rua Marechal Deodoro realizaram mobilização na manhã desta terça-feira (27) para resistir à expulsão do seu local de trabalho anunciada pela Prefeitura. A ação é motivada pela realização das obras do projeto “Novo Centro”, mas as trabalhadoras e trabalhadores do local denunciam que não foi apresentado um espaço viável para que pudessem ser transferidos e continuar exercendo suas atividades.

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Feirantes da Marechal estão sob ameaça de expulsão a qualquer momento

Na última sexta-feira (23/04), agentes do governo municipal – em especial na figura de Cristiano Gonçalves, Diretor de Abastecimento da SETTDEC – distribuíram pelas barracas da feira livre da rua Marechal Deodoro um aviso do secretário Pablo Roberto (SEAGRI), sobre a necessidade de remoção da feira para dar continuidade às obras da dita requalificação do centro, sem informar datas ou horário previstos para a execução da remoção. Apenas ao ser interpelado pelas feirantes, o Diretor informou que a terça-feira (27/04) era o prazo limite para retirada das barracas.

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Jhonatas Monteiro e militância do PSOL participam de ato em defesa do comércio popular de rua de Feira de Santana

É mais uma de uma série de manifestações que têm ocorrido ao longo das últimas semanas, reivindicando diálogo por parte do Prefeito Colbert Martins com as trabalhadoras e trabalhadores do comércio popular do município, que vêm sofrendo os impactos das obras de requalificação do projeto conhecido como “Novo Centro”.

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Jhonatas se reúne com SEAGRI e cobra diálogo da Prefeitura sobre o comércio popular de rua

As questões relativas à permanência das trabalhadoras e trabalhadores da rua Marechal Deodoro, das imediações da Praça Bernardino Bahia e das vendedoras de goma do centro da cidade tiveram destaque, em vista das ameaças de expulsão em função do projeto de requalificação chamado de “Novo Centro”.

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Jhonatas apresentará carta aberta ao Prefeito em defesa das trabalhadoras e trabalhadores do “Shopping Popular”, contando com o apoio de mais 15 vereadores

A situação das trabalhadoras e trabalhadores do comércio popular de rua relocados do centro da cidade para o dito “Shopping Popular” Cidade das Compras é cada vez mais delicada. Amargando uma queda brutal das vendas, a maioria dos pequenos comerciantes se vê sem condições de pagar as taxas de aluguel e condomínio, e até mesmo sem condições de se manter.

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Iniciativa de Jhonatas Monteiro, aprovada na Câmara Municipal, indica à Prefeitura a manutenção de feirantes da Marechal no projeto “Novo Centro”

Feirantes deste local encontram-se sob ameaça de expulsão em função do projeto de requalificação das ruas do centro da cidade chamado de “Novo Centro”, que não prevê a existência da feira livre no local após a conclusão das obras.

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Enquanto a Prefeitura expulsava feirantes na Bernardino Bahia nesta terça, base governista na Câmara rejeitou o novo requerimento de Jhonatas, sobre alternativas para o comércio popular de rua

Na manhã desta terça-feira (9), um grupo de feirantes do entorno da praça Bernardino Bahia foi removido do local por ordem da Prefeitura, numa ação que contou com o suporte da Guarda Municipal, da SMTT e do “rapa”. Enquanto a ação acontecia, era votado na Câmara o requerimento do nosso mandato, que pedia esclarecimentos justamente sobre as ameaças de remoção de feirantes do centro da cidade e perguntava qual seria o espaço destinado para uma possível relocação dessas trabalhadoras e trabalhadores.

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